
Se não se referem a ela como “Tô Pra Matar”, se referem à coitada com nomes um pouco piores. Eu arriscaria assinalar certa generalização popular. É claro que raramente se encontra por aí uma adolescente cuja paciência não se esfacela magicamente ao se aproximar de certa data do mês. Algumas não podem nem sequer avistar um mosquito voando a metros de distância que logo se irritam com o ritmo do batimento de suas asas ou até mesmo do (tenho que admitir!) ruído perturbador que surge do inseto. Mas, eu me considero uma menina de sorte. Não me lembro de ter sofrido com uma cefaléia, um nervosismo, ansiedade ou inchaço de qualquer parte do meu corpo no período em que eu deveria estar “Treinando Para Matar”. Só espero que esse alívio não seja recompensado no futuro.Faz parte da vida feminina, e mesmo se eu sentisse uma singela cólica, eu suportaria cada pontada... Porque vale a pena ser mulher

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